Trabalho numa Universidade Pública onde existem várias dezenas de precários. Existem pessoas a trabalhar para a instituição diretamente segundo a lei 35/2014, mas através de projetos (temporários) financiados pela FCT ou outras vias, cumprindo funções administrativas permanentes. Além destas, há várias pessoas contratadas por uma empresa secundária ligada a uma “Escola de Executivos”, contratadas a recibos verdes e a contratos temporários.

Como é suposto numa Universidade, a esmagadora maioria das funções são permanentes, com chefias diretas, horas de entrada e saída, apesar da precariedade dos contratos. Sem nós, a Universidade não funcionaria. Devemos, como é claro, ser incluídos no Relatório sobre a Precariedade no Estado para sermos integrados no programa de integração de precários na Administração Pública anunciado para 2017. Não aceitaremos que nenhum de nós fique para trás.

― A prazo para funções permanentes em Universidade pública