No passado dia 22 de novembro foi feito o anúncio oficial: o acordo entre o governo, o Bloco de Esquerda e o PCP vai garantir que entre 2017 e 2018 os precários do Estado vão ser integrados nos quadros da Função Pública. O mesmo foi reafirmado pelo primeiro-ministro em entrevista à RTP no dia 6 de dezembro.

Estima-se que são 110 mil pessoas nestas condições, desde contratados a prazo para funções permanentes, falsos recibos verdes, estagiários do PEPAL e do PEPAC, professores contratados, falsos bolseiros, investigadores de ciência, pessoas a Contratos de Emprego Inserção, pessoas a trabalhar para Empresas de Trabalho Temporário ou através de outsourcing.

Vários grupos lançaram já petições e estão a mobilizar-se para que não sejam deixados para trás (ver petição do Ensino Superior e dos PEPAC).

No primeiro trimestre de 2017 vai conhecer-se o relatório do governo dizendo quem são e onde estão os precários do Estado, mas é importante que nos mobilizemos porque #ninguémPodeFicarParaTrás
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